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Atenção e Concentração dos filhos (live)

Seu filho tem dificuldade de concentração? Ele se dispersa a qualquer mosca que passar à sua frente? Você está tendo dificuldade para encontrar meios que retenham sua atenção? Bom, você não está sozinha(o). De vez em quando também passo por isso…eu e mais um monte de famílias!

Algumas vezes me perguntam sobre esse assunto. Tenho algumas dicas e fui atrás de alguém que pudesse dar outras. Dessa busca surgiu a ideia de fazer uma live sobre o assunto. A super convidada foi a nossa psicóloga, Lélia Melo, que já possui alguns textos no blog.

Tivemos um bate papo muito gostoso que durou quase uma hora e contém dicas preciosas! Não deixe de conferir!

Se você deseja receber conteúdo sobre filhos, material de apoio, etc, entre no link abaixo e deixe seus dados para fazer parte da nossa lista vip!

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Um abraço!

Cibele

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DICA DE LEITURA!

Gosto de contribuir com outras famílias na educação de seus filhos. Isso, para mim, acaba sendo uma via de mão dupla. Quase sempre que ajudo, recebo uma infinidade de aprendizados, frutos das vivências dessas mães queridas que cada vez mais vão se tornando parte da minha história. Como mais um capítulo dessa minha caminhada, esta é mais uma forma de contribuir. Iniciei, através do instagram algumas postagens com dicas de leituras para as crianças. Espero que sejam sugestões interessantes e que ajudem os pais na hora de escolher um livro para comprar ou emprestar e que também possam ser mais uma ferramenta para o trabalho de diferentes aspectos vividos em família e entre amigos.

Na dica de hoje, falo sobre um dos livros de uma coleção que gosto muito: “Quer uma mãozinha”, Editora Scipione e trata do desenvolvimento do espírito de serviço, de ajuda aos demais. Gosto bastante! Espero que vocês também!

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Afinal, qual é o lugar de criança?

Crescemos ouvindo a frase que diz que “lugar de criança é na escola“. Não sei ao certo quando o jargão começou a ser realmente usado com força, mas durante a fase da elaboração e primeiros anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, foi realmente muito utilizado.

O que nos era apresentado? Crianças nas ruas, nos semáforos, trabalhos forçados tanto em condições sub humanas, quanto em condições um pouco melhores, mas também privadas da vivência saudável de sua infância e impedidas de conhecer, de ir atrás do conhecimento, de descobrir as verdades das coisas. Alguém acha que isso é certo? Entre esta realidade e essas mesmas crianças estarem dentro de uma sala de aula, recebendo alguma alimentação e podendo ter momentos de brincadeiras, qual você escolheria como sendo “lugar de criança”? Ora, pois! Nenhuma pessoa com o mínimo de caráter diria que não seria na escola. A questão é que quando algo é apresentado de forma ambivalente, tendemos a escolher entre um ou outro, como se não existissem outras opções. 

No caso, o “lugar de criança” deve ser aquele no qual ela possa crescer de maneira integral, possa vivenciar sua infância da maneira mais plena possível, possa ter contato com a maior sorte de experiências com a natureza, que brinque com seus pares, mas também que vivencie a forma de agir de crianças mais velhas e mais novas, que seja exposta a situações nas quais deva tomar decisões cabíveis à sua idade e que permitam que sofra as consequências de suas decisões para que assim amadureça, perceba o mundo real.

A resposta à pergunta “Qual o lugar de criança?”, possui inúmeras possibilidades de respostas plenamente compatíveis com uma infância feliz, saudável e intelectualmente emocionante. Pode ser que para a família X a escola seja o ambiente que escolheram porque confiam naqueles professores, já estudaram ali, etc. Talvez para a família Y o ambiente familiar, inserido num contexto de educação domiciliar represente a circunstância mais saudável para eles que, talvez tenham encontrado ambientes e situações muito ruins em sala de aula e estejam dispostos a prover o melhor ambiente para o desenvolvimento de quem eles amam. Existem ainda famílias que desejariam acompanhar bem de perto alguns conteúdos e permanecer com as crianças matriculadas para apenas algumas matérias.

Talvez, para alguns casos seja necessário que a criança esteja sob olhos cuidadosos, com vistas a não parar em abandono intelectual ou sofrer quaisquer tipos de abusos, situações que são e sempre deverão ser encaradas como crime. Com certeza.

Porém, está na hora de começar a ampliar os horizontes, retirar os antolhos que nos colocaram na cabeça, com o intuito de fazer-nos olhar apenas o que gostariam que víssemos.

Cibele Scandelari

 

Abaixo deixo um vídeo que trata de “Lugar de criança: um olhar sobre a educação no Brasil”.

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Latim para Crianças: o material

Olá pessoal!

No post anterior eu trouxe uma dica bem legal de material para o trabalho da língua latina com as crianças. Hoje resolvi colocar aqui para vocês um vídeo para mostrar o que vem dentro desse material. Perdoem a cinegrafista amadora. Mas mãe homeschooler é assim mesmo: filmagem é quando as crianças foram dormir, quase de madrugada e se o cachorro não colaborar é o que temos…rsrsr. Para aqueles que se interessarem o link para a compra do material é https://go.hotmart.com/Y11596912W

Segue o vídeo!

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Um super abraço e bons estudos!

Cibele

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Oportunidades educativas

 

CIÊNCIAS – O Ciclo da água

Para a Feira de Ciências deste ano, minha mais velha de 8 anos, escolheu apresentar sobre o ciclo hidrológico. Minha intenção aqui não é redigir um texto explicativo sobre o conteúdo, mas sim deixar registrado que, muitas vezes a curiosidade natural da criança pode atropelar nosso planejamento, vir numa hora pouco comum e, mesmo assim ser extremamente rica e criar marcas profundas na memória de todos na família, mesmo parecendo ser uma “bobeirinha”.

Eu havia planejado, para 2018, um estudo tranquilo, lento para ciências, pois dou mais ênfase para linguagem e matemática. O estudo giraria em torno do corpo humano. Poucas coisas de cada vez. No entanto, em um domingo de sol, minhas filhas resolveram me bombardear de perguntas sobre o vapor, sobre o gelo, sobre a água. Pensei, por um instante: domiiingo!! O instante passou e lá fui eu começar a explicar sobre o ciclo da água. Aproveitei as panelas no fogão, o gelo que ia para o suco, o dia quente com algumas roupas no varal e…voilá! Trabalhamos o conteúdo do Ciclo Hidrológico inteirinho. Inclusive fizemos algumas experiências como quanto tempo leva para uma quantidade X de água congelar? E derreter ao sol? E evaporar ao sol? Elas viram a água começar a entrar em ebulição e fizemos a experiência da sublimação (estado sólido para gasoso). Sempre com cuidado.

No dia seguinte, entreguei uma sequência lógica do ciclo para que pintassem e colocassem em ordem. A mais velha teve que escrever as etapas após colá-las.

Quando a feira se aproximou, era sobre isso que ela gostaria de falar. Sobre o domingo que passou junto da mãe e da irmã, fazendo experiências, dando risadas, criando hipóteses. Não podemos subestimar o valor das estreitas relações familiares e da alegria como base para o aprendizado.

Quando voltamos a revisar o assunto para a sua apresentação, Maria tinha guardadas em sua memória todas as etapas. Isso possibilitou que eu trabalhasse outros fatores para a apresentação como impostação da voz, volume, postura, sequência, desinibição, auto controle, confiança.

Não deixe de aproveitar momentos do seu dia a dia ótimos para ensinar e aprender só pelo fato do conteúdo não ter sido escrito em seu planner ou ser domingo…férias…aniversário…se jogue! Curta o momento, dê risada. Faça tudo isso de maneira leve, recheada de intenção educativa e você terá criado, muito provavelmente, uma memória de infância e, de quebra seus filhos terão aprendido, de maneira extremamente significativa um conteúdo formal curricular.  Assim se deu conosco e, espero que possamos passar por mais domingos como aquele.

Um abraço!

Cibele