Afterschooling, Família, Homeschooling, Vídeos

Atenção e Concentração dos filhos (live)

Seu filho tem dificuldade de concentração? Ele se dispersa a qualquer mosca que passar à sua frente? Você está tendo dificuldade para encontrar meios que retenham sua atenção? Bom, você não está sozinha(o). De vez em quando também passo por isso…eu e mais um monte de famílias!

Algumas vezes me perguntam sobre esse assunto. Tenho algumas dicas e fui atrás de alguém que pudesse dar outras. Dessa busca surgiu a ideia de fazer uma live sobre o assunto. A super convidada foi a nossa psicóloga, Lélia Melo, que já possui alguns textos no blog.

Tivemos um bate papo muito gostoso que durou quase uma hora e contém dicas preciosas! Não deixe de conferir!

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Um abraço!

Cibele

Afterschooling, Família, Psicologia

DIVERSÃO É COISA SÉRIA

A idéia de férias não significa não fazer nada ou não ter compromissos. É um tempo de maior relaxamento, mas de lazer divertido, para qualquer idade. Tendo em vista a proximidade deste período, estão elencadas neste texto dicas de brincadeiras para a criançada, nas variadas situações do cotidiano. Sempre lembrando que é preciso dar a elas opções criativas, disponibilizar materiais, incentivar a variedade, dispor de tempo e, muitas vezes, brincar juntos. Limitar-se a dizer que elas precisam sair dos aparelhos não ajuda, os pais devem abrir caminhos concretos para que os filhos se interessem por outras atividades.

Se você se interessa por essas dicas no texto “Dicas de atividades para as férias”  irá  encontrar outra lista!

Outro ponto fundamental é saber que brincadeiras criativas são espetaculares para divertir, alegrar, estimular, educar, conviver e aprender. É preciso levar muito a sério essa história. Nada de crianças irritantes e adultos irritados dentro de casa. A alegria deve ser o pano de fundo da educação na família, pois é ela que dá sustentação para que a disciplina funcione bem e a autoridade dos pais seja bem vista e respeitada. Vocês sabiam que quando vocês se divertem e riem com os filhos, aumenta, diante deles: o seu crédito, a admiração, a confiança, a intimidade e o “pátrio poder”?

Programar as atividades deixa esse período mais organizado e mais proveitoso. As lacunas, aqueles espaços tediosos e vazios que ocorre quando se deixou tudo para a última hora e não se sabe o que fazer, podem ocasionar conflitos, mau-humor, irritabilidade e apatia.

Outra idéia-chave para as férias é não demonizar atividades intelectuais/culturais, como por exemplo: ler, fazer alguma tarefa escolar enviada pelo colégio, estudar outro assunto de interesse pessoal, pesquisar sobre temas de diferentes áreas, visitar museus.

Para as famílias que valorizam a vertente transcendente, planejar visita a asilos, hospitais, orfanatos e outras instituições filantrópicas é uma ótima dica. Essas vivências despertam sentimentos como compaixão, solidariedade, altruísmo e benevolência, além de promover um maior amadurecimento, pela oportunidade de constatar a fragilidade e o sofrimento alheio e poder fazer algo pelos necessitados.

As experiências gratificantes das férias vitalizam o bom humor e harmonizam as relações familiares e de amizade. Os filhos agradecem e retornam à escola mais motivados.

Abaixo, sugestões de atividades para as diversas ocasiões.

1 – DIAS CHUVOSOS/FERIADOS/FÉRIAS/DENTRO DE CASA

  • Colagem em folhas A4 usando: feijão, macarrão, folhas de árvores, tecidos, bolinhas de papel crepom, recortes de revistas, fios de lã, etc.
  • Cortar tiras finas de qualquer papel (10, 15 cm por 4, 5) e colar entrelaçando-as para formar elos.
  • Confeccionar “livrinhos” feitos pela criança, grampeando metade de folhas A4 após desenhos coloridos, colagens e pequenos textos.
  • Recortar figuras de revistas, colar sobre cartolinas e cortar em pedaços formando quebra-cabeças caseiros.
  • Cobras de meias de seda: usar a parte das pernas e enchê-las com flocos de espuma, amarrar e desenhar a cara com canetinhas ou colar boca e olhos com botão e fio de lã.
  • Bolas com meias velhas: cortar e encher com arroz cru e costurar a abertura.
  • Receitas simples: gelatina, brigadeiro, patê de atum, saladas, sanduíches.
  • Karaokê, com ou sem aparelho. O importante é soltar a voz.
  • Ver fotos antigas da família, inclusive dos pais e avós.
  • Diferentes jogos de tabuleiro.
  • Adivinhar o objeto escondido no ambiente. As crianças perguntam: está no chão? É vermelho? É mole?
  • Em um mapa ou globo, alguém escolhe um ponto geográfico e as demais crianças fazem perguntas que exijam respostas SIM ou NÃO. Ex.: está no mar? É no Brasil? É um rio? É uma cidade? Está no hemisfério sul?
  • Encontrar palavras (2, 3, 4) em um texto. Ganha ponto quem encontra antes.

2 – VIAGENS (NO CARRO)

  • Dizer palavras terminadas em ão, ol, al, etc. Dizer palavras iniciadas com m, c, etc.
  • Dizer nomes de animais aquáticos, terrestres, da floresta, que voam, etc.
  • Citar características de um objeto e os demais tentam acertar o nome.
  • Alguém lê uma historinha para todos. Depois comentam.
  • Cada um (inclusive o pai e a mãe) contam uma situação difícil que depois deu certo.
  • Imitar a voz de um personagem de desenhos/filmes para que adivinhem.
  • Utilizar palavras que rimem: carteira/porteira/torneira/esteira/madeira.
  • Adivinhar objetos feitos de madeira ou de metal ou de plástico.
  • Dizer o maior número de características de um objeto apresentado. Ex.: lápis – pequeno, de madeira, escreve, cilíndrico.
  • Um de cada vez diz um tipo de: esporte, comida, material escolar, móveis da casa, objetos da cozinha, brinquedos, peças de roupas, etc.
  • Dizer o contrário de palavras: alto, pequeno, muito, macio, certo, aberto, feio, etc.
  • Rimar frases. Ex.: vi um camelo/ele não tem cabelo, gosto do mar/subi no altar, aquele é meu/primeiro sou eu, o cavalo corre/a galinha morre.

3 – ESPAÇO EXTERNO

  • GINCANAS (levar ovo em uma colher, andar em sacos, com os olhos vendados, conseguir morder uma maçã pendurada, etc.)
  • Elástico, bambolê, empurrar pneus, corda.
  • Caça ao tesouro. Alguém esconde um objeto ou mais e se cronometra o tempo da caçada. Podem-se fornecer pistas da localização.
  • Olimpíadas de avião de papel: folhas de A4 dobradas. Cada piloto lança o seu e ganha o que conseguir a maior distância ou fizer os melhores loopings. Pode-se usar diferentes critérios.
  • Jogo da velha humano: traçar com giz os quadrados no chão e formar as equipes do X e da bolinha. Para diferenciar, uma equipe joga com as mãos levantadas. As regras são as mesmas do jogo no papel.
  • Brincadeiras tradicionais: pique, esconde-esconde, estátua, não deixar a bola cair mais de 2 ou 3 vezes, senão paga “castigo”.
  • Empinar pipas.
  • Guerra com balão e tinta: a tinta pode ser caseira ou com corante alimentar. Encher balões com água e tinta e começar a “guerra”.
  • Cabo de guerra. Uma corda grande e 2 times.
  • Bolas de sabão normais ou gigante (ver na internet como fazer as gigantes.
  • Grande pintura: papel ou tecido bem grande para as crianças colorirem simultaneamente.
  • Trenó na grama: em um morrinho, as crianças sentam sobre um papelão e escorregam até embaixo.
  • Piquenique no parque com a família e/ou amigos.

As férias vêem aí. Final de semana tem toda semana. E final de tarde tem todos os dias. As brincadeiras são chances para as crianças crescerem com mais qualidade. Não precisam ficar de fora os passeios, as viagens e algumas tarefas sugeridas pela escola. Boas férias!!

SUGESTÕES DE PASSEIOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

– Aeroporto

– Corpo de Bombeiros

– Exército Boqueirão

– Cavernas em Colombo (Bacaetava)

– Pescarias

– Churrasco à beira de rios

– Empinar pipas

– Museu do Automóvel

– Parques de Curitiba (piquenique)

– Passeio a pé

– Visitas a familiares e amigos

– Cinema em casa com amigos

– Sessão de ver fotos antigas e atuais

– Museu e Moinho holandês (Castro)

– Parque Estadual Guartelá

– Cidade histórica da Lapa

– Vila Velha

– Linha Turismo

– Caminho do Vinho

– Parque Histórico de Carambeí.

Lélia Cristina de Melo – Psicóloga clínica e orientadora familiar – CRP: 08/02909

3252-2163/99925-0926

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DICA DE LEITURA!

Gosto de contribuir com outras famílias na educação de seus filhos. Isso, para mim, acaba sendo uma via de mão dupla. Quase sempre que ajudo, recebo uma infinidade de aprendizados, frutos das vivências dessas mães queridas que cada vez mais vão se tornando parte da minha história. Como mais um capítulo dessa minha caminhada, esta é mais uma forma de contribuir. Iniciei, através do instagram algumas postagens com dicas de leituras para as crianças. Espero que sejam sugestões interessantes e que ajudem os pais na hora de escolher um livro para comprar ou emprestar e que também possam ser mais uma ferramenta para o trabalho de diferentes aspectos vividos em família e entre amigos.

Na dica de hoje, falo sobre um dos livros de uma coleção que gosto muito: “Quer uma mãozinha”, Editora Scipione e trata do desenvolvimento do espírito de serviço, de ajuda aos demais. Gosto bastante! Espero que vocês também!

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O que ganhei com a Música Clássica?

Somos uma geração que sofre de apeirokalia, como bem citou a minha amiga Karina do Aprendendo Latim. Essa é uma palavra grega que significa “falta de experiência das coisas belas”. Nossa geração foi criada com uma concepção estranha ao belo, como se este não existisse, como se tudo, qualquer coisa, pudesse ser considerada bela só porque sim e, paradoxalmente, nada pudesse ser considerado portador de beleza se assim alguém compreendesse. Num mundo onde tudo é subjetivo e depende unicamente da afetividade mal formada de seus atores, perdemos de vista a objetividade da vida, a realidade dos fatos concretos, a real beleza ou feiúra das coisas que nos rodeiam.

Fomos perdendo a capacidade de contemplar, absorver, processar coisas mais complexas. Nossos cérebros não foram expostos ao exercício de uma observação empenhada, à contemplação. Sim, também acho que existem certas coisas que podem ser belas para uns e não para outros, que a subjetividade é quem julga, no entanto, não são todas as coisas relativas. Existem coisas que são belas ou feias objetivamente, independente de nós e o que acontece é que nosso cérebro, nossa alma não foram educados, carinhosamente preparados para compreender dessa forma.

Educar-se de verdade custa! Ainda mais quando fomos, como humanidade, perdendo a noção de muitas coisas, quando muitas foram sendo relegadas, propositalmente, a planos cada vez mais inferiores de importância e necessidade. A destruição da beleza como realidade vem sendo feita a séculos, mas na nossa geração estamos vivenciando um triste apogeu. Agora sentimos na pele como custa aproximarmos dela. É como voltar para a academia. Como custa levantar aqueles pesinhos mequetrefes! Como dói voltar no dia seguinte…céus!…porquê paguei o plano anual mesmo? Nem vou mais!

Bom…eu sou dessa geração. Não acho que apenas um estilo de música (pintura, dança, escrita, etc) sirva, seja bela. Sim, existe consistência em diferentes estilos. No entanto, a música erudita nunca foi algo frequente nos meus dias. Eu achava uma ou outra interessante, mas nunca para realmente deleitar-me. Porém, comecei a perceber através de leituras, boas conversas como nossa vida está interligada. Se só leio as revistas de fofoca da sala de espera do dentista, que tipo de imaginário eu formo? Como escreverei bem se minha referência é pobre de marré derci? Se minhas amizades só falam de novelas e acham que promessas foram feitas para serem quebradas, que tipo de exemplo de vida vou espelhar meu caráter e fundar minha vida? Se as músicas que escuto rotineiramente possuem apenas 12 notas musicais repetidas à exaustão juntamente com frases do tipo “vai cachorra”, considerado cultura por muita gente de algumas secretarias, como espero não descer, aos poucos (ou ladeira abaixo) em minha dignidade humana e acabar expondo meus filhos a situações que não condizem com a de um ser humano, mas sim de animais que não conseguem controlar o menor impulso, seja qual for?

Ouvir música erudita frequentemente, não unicamente, mas com uma frequencia diária, me fez entrar em contato com a impressionante capacidade humana de transformação. Transformei, de maneira intencional alguns momentos de nosso dia, meu e de minhas filhas em minutos de conversa, de descoberta. Como disse uma mãe amiga que também está transformando alguns minutos do seu dia a dia “mais do que somente ouvir a música, nós mergulhamos no mundo do compositor (descobrimos um pouco da sua história, do país que nasceu, os costumes do local…). E as crianças AMAM essas descobertas!! “.

Eu e minhas filhas passamos a ouvir as músicas com maior atenção, aos pouquinhos estamos desenvolvendo uma consciência musical mais apurada (temos muito a caminhar ainda!), vamos seguindo a ordem cronológica feita pelo maestro Ademir e assim visitamos pontos específicos da história da humanidade. Procuramos ouvir a composição com atenção para compreender as explicações dadas por ele.

Tenho tido a experiência de chegar na sala e presenciar minha mais velha escolhendo alguma música já ouvida para dançar com a mais nova, pedir para escutar novamente a música de alguma semana, pois achou muito linda. Devido a tudo ser feito com frequência e envolvido em uma situação familiar, minhas filhas estão aprendendo muito sobre geografia, uma disciplina que pode se tornar meio mecânica dependendo de sua abordagem. A de 6 anos sabe explicar o que é um estuário! Fazemos brincadeiras para que adivinhem qual é o pais do compositor dando dicas como “fica no hemisfério Norte, faz fronteira com a Suíça e é banhado pelo Mar Mediterrâneo”. Elas correm procurar no mapa e descobrem! E assim vão criando conexões entre as informações, deixando mais fácil a memorização.

Ganhei tempo de qualidade com minhas filhas, contato com a beleza da música, aprendizados reais embebidos em afetividade sem a necessidade de saber tocar um instrumento, ler uma partitura. Vale muito a pena se esforçar e colocar um tempo do dia para isso.

Se você gostou da ideia, queria compartilhar um projeto que surgiu dessa nossa vivência: Música Clássica para Crianças! Nele, coloco a pesquisa que fiz para as conversas com minhas filhas com imagens, dados históricos, geográficos, bandeira, imagens dos compositores, vídeos, uma seleção de músicas feita em ordem cronológica pelo Maestro Ademir Silva bem como explicações sobre os períodos de cada obra e aspectos musicais das mesmas. é tudo feito de família para família, de simples aplicação. Clica no link abaixo para saber mais!

https://berryclub.kpages.online/musica-classica-criancas-2

Um abraço!

Cibele Scandelari

Afterschooling, Família

Afterschooling: um caminho a percorrer de mãos dadas

No texto “Afterschooling: por onde começar” respondi o que eu acho importante para começar o trabalho de acompanhamento feito pelos pais com seus filhos que frequentam a escola. Talvez muitas pessoas tenham achado estranho… imaginavam que eu falaria sobre conteúdos, dicas de reforço, etc. Mas não, falei sobre o quão profunda e importante é a presença dos pais e do ambiente familiar saudável para o bom desenvolvimento das crianças, inclusive no âmbito de conteúdos. Quem esperava aquelas dicas, pode ficar tranquilo, mais para a frente elas virão, uma a uma, podem, inclusive mandar suas dúvidas!

Hoje gostaria de falar sobre a presença dos pais na escola. O afterschooling é um processo que necessita da caminhada conjunta dos pais com seus filhos. Dificilmente isso dará certo se os pais não sabem o que acontece na escola. Não conhecem o ambiente escolar do qual seu filho faz parte. Nunca conversam com os professores e acham uma perda de tempo as reuniões pedagógicas. Não deve ser o caso de quem está a ler estas minhas linhas, mas sei de pais que nunca foram a reunião alguma e que verbalizam para quem quiser ouvir que pagam as mensalidades para que a escola dê conta do recado e não se prestam o trabalho de saber que, talvez seu filho esteja indo mal porque precisa, desesperadamente, de sua atenção. Em escolas públicas não acontece muito diferente não. É passada à escola toda a responsabilidade. Reitero a profunda importância da família para o bom desenvolvimento dos filhos.

A presença dos pais na escola não significa, como já vi, num outro extremo, mães permanecerem 40, 50 dias dentro da escola, ou à espreita da mesma. Essa presença se faz através da frequência ativa nas reuniões, nas festas, no cuidado com as agendas (ou outro meio de comunicação que a escola adote). Que compreende que em uma reunião os pais não estão apenas para escutar, mas para trazer informações e juntamente com a equipe escolar traçar metas de desenvolvimento ou buscar soluções para algum impasse. A caminhada junto da escola deve ser ativa e não como quem tem só a receber. A responsabilidade principal é dos pais e estes devem agir de forma que isso seja o cerne de suas vidas.

Sempre que possível é interessante que parta dos pais marcar alguma reunião e averiguar o andamento do rendimento dos filhos. Aproximar-se da docente, não como quem deseja fiscalizá-la, mas como quem deseja alinhar-se com quem permanecerá grande parte do ano ao lado da sua criança e que transmitirá uma infinidade de conhecimentos. Que triste para uma professora nunca encontrar os pais de seus alunos! Que triste para uma criança perceber que seus pais não se importam em não ter o menor conhecimento sobre a pessoa que a educa, sobre o ambiente no qual passa, passará a maior parte da sua infância!

Ser presente na escola é ter a consciência de que, mesmo tendo escolhido passar uma parte da tarefa da educação dos filhos para uma instituição, essa não é detentora da responsabilidade da educação integral. Permanece com os pais essa competência e é dos pais o dever de acompanhar o processo.

Dizem que é o olho do dono que garante a prosperidade da empresa. Qual é a empresa mais importante da sua vida?

Cibele Scandelari

No próximo texto da série sobre afterschooling: como ajudar meu filho a estudar melhor? Você tem alguma dúvida a esse respeito? Manda!