Homeschooling, Materiais

Latim para Crianças!

Olá famílias! Olá mamães!

Gostaria de colocar à disposição para aqueles que se interessarem um material que achei lindo. E não é porque conheço os idealizadores. 🙂

Na verdade é um programa mensal para o ensino de latim para criança através das orações da Igreja. Vou colocar abaixo a descrição do produto. Quais palavras melhores que dos próprios idealizadores, não é?

“O Latim Para Crianças é um currículo de introdução à língua latina para famílias que desejam iniciar o estudo do latim. As atividades têm como objetivo construir um repertório de escuta e pronúncia em latim.”

Todo mês, aqueles que se inscreverem terão acesso ao material para impressão. “Nesse material estará o conteúdo a ser trabalhado durante o mês e incluirá orações, vocabulário de substantivos, calendário de apoio, imagem para colorir, treino de caligrafia com texto em latim. Para ajudar na aplicação você terá acesso a um vídeo por semana com o ensino da gramática e guia de pronúncia além de dicas de aplicação e outras sugestões.”

VANTAGENS

Não é necessário ter conhecimento prévio da língua latina, na plataforma você terá acesso ao guia de pronúncia correspondente a cada material disponibilizado. Você aprenderá e logo em seguida poderá aplicar as atividades com as crianças.
Com alguns minutos por dia é possível construir um repertório de escuta e pronúncia em latim que serve de base ao futuro estudo da gramática latina.
As atividades são simples e leves além de proporcionarem momentos de união entre os familiares.
As crianças em idade pré-escolar terão a oportunidade de ouvir as orações e os outros conteúdos em latim e fixarem gradualmente a pronúncia. É possível fazer isso desde bebezinho.
Para as que estão sendo alfabetizadas haverá uma atividade de caligrafia em letra pontilhada para cobrir e os pais poderão incluir outras atividades tendo como base o conteúdo mensal.”

Enfim, talvez vocês estejam pensando: “Mas eu posso encontrar tudo isso se pesquisar…”. Correto. Porém aqui, você já terá tudo belamente organizado e se preocupará apenas em desfrutar de momentos ricos, profundos e de qualidade com seus filhos. O material pode ser usado tanto por famílias homeschoolers quanto por famílias que optaram pela escola.

Indico mesmo!!

Segue o link!!!

https://go.hotmart.com/Y11596912W

 

Dê uma conferida!

Espero que gostem da dica!

Um abraço,

Cibele

Família, Maternidade

Inspirações Maternas

Quando a vinda dos filhos é abraçada em todos os sentidos possíveis, a maternidade (e a paternidade) podem transformar a maneira com que uma pessoa encara a vida e a sua própria existência. Quando nos dispomos a realmente querer compreender o significado de sermos co-participantes do milagre da vida, mudamos a nossa visão para com os momentos difíceis, incômodos e conturbados que, certamente aparecem ao longo da caminhada e, em contrapartida, passamos a perceber com outros olhos a profundidade da beleza que cada vida traz consigo.

Abraçar e aceitar a condição de mãe e pai e deixar que o sofrimento por amadurecer e ser, ao longo da vida menos egoísta por movimento do esforço e da vontade é algo ímpar e necessário para sermos cada vez mais humanos.

Recentemente assisti, com muita vergonha alheia, com muita dó uma mãe afirmar que “é mentira essa história de que quando a criança nasce, a mãe nasce junto”. Ela afirmava que “até amava o filho”, mas que continuava a preferir a sua liberdade. Disse que agora, com o filho, ela não podia mais fazer nada e, uma das coisas que citava era que não podia mais se masturbar quando quisesse. Ela deixou isso gravado e, com certeza não se importa de que um dia seu filho venha a saber que ela preferia o prazer físico momentâneo a ele. Quanta oportunidade desperdiçada. Somos de uma geração na qual, uns mais que outros, se negam a sofrer para amadurecer e com isso perdem as coisas mais profunda, belas e duradoras do fato de serem pessoas e não bichos.

Em contrapartida, Deus garante que, de quando em quando, eu me depare com outras mães que entenderam, que vão compreendendo cada vez mais o sentido do sacrifício e da real felicidade. Para essas pessoas lindas a passagem do tempo tomou outro peso,, assim como o valor de quem a rodeia e de cada ato seu. Muitas dessas mães são amigas que convivo com muita frequência e peço a Deus por todas para que Ele as abençoe sempre. Uma dessas mães tive o prazer de conhecer através da internet e, um dia, espero poder abraçá-la e agradecer por sua dedicação e maturidade.

Deixo aqui as belas palavras dessa mãe querida, Marília Coêlho e agradeço a delicadeza com que vê a vida, a maternidade, as dificuldades e a passagem do tempo.

Dias de uma mãe  (por Marília Coêlho)

Marília Coêlho e seu filho Davi a espera da irmãzinha.

Quero dias assim
Cheios de passarinhos
Com você em mim
Como os filhotes no ninho

Quero dias assim
Em que eu, em essência,
Não me peça mais paciência
Pois pacientemente já viva
Ouvindo sua voz ativa
A entoar cantigas
Que não pareçam ter fim

Quero dias que passem
Misteriosamente mais lentos
Quando a pele tocar o vento
E o meu e o seu pensamentos
Por nossos olhares se falem
E ninguém no mundo repare
No barulho do nosso silêncio

Quero esses dias calmos
Em que tenham espaço os salmos
As orações e os poemas
Em que todos os grandes problemas
Assim diminuam os palmos
Que parecem ter,
quando em cena,
Não entra paz tão serena

Quero respirar profundo
Colher e comer o fruto
E com você ver o mundo
A celebrar o produto
Da primavera e das flores
Dos sonhos e dos amores
Da vida cheia de cores
Que amanhece nos arredores
Da casa onde a gente more

Quero também o trabalho
De recomeçar quando falho
De me perder em brincadeiras
Exaurida, mas convencida
De me doar inteira
Por tão passageira vida

Quero dias assim
E que sejam dias sem fim
Com passarinhos nos ninhos
E você a eles sorrindo
Sem perceber o encanto
Espalhado em cada canto
Do meu coração em pranto
No desejo que o tempo perdure
E que dia a dia ele cure
Os males dentro de mim

 

Um abraço,

Cibele

Família, FAQ

Rotina: homeschooling X organização do lar

Como você organiza sua rotina? Você dá conta de ensinar as meninas e cuidar da casa?

Bom, já me perguntaram isso algumas vezes.. inclusive minha própria mãe (!). Confesso que fui e sou reticente em escrever estas linhas, por acreditar que cada família é única e este é um ponto muito íntimo de cada uma. O que faço na minha casa pode não ser adequado em outra por diversos fatores. Acredito que minha rotina vai ser aprimorada ao longo dos anos, conforme eu for aprendendo com meus próprios erros e acertos.  No entanto, compreendo que na multidão de conselhos podemos encontrar sabedoria. Por isso, se você chegou até aqui, procurando um passo a passo, sinto decepcionar, mas já dou a dica de pesquisar muitos outros textos de tantas mães maravilhosas que praticam a educação domiciliar. Provavelmente você encontrará, na diversidade de realidades, pequenas formas de encarar o dia a dia que te ajudem a formular a rotina ímpar da sua própria família.

Dito isto, posso falar um pouco do que escolhemos para o nosso dia-a-dia. Flexibilidade, simplicidade e constância.

Quando começamos nosso homeschooling, tentei reproduzir em minha rotina muito do que eu tinha como professora. A sequência das aulas, o tempo de cada uma, etc. Simplesmente não funcionou. Fui me tornando mais flexível ao conversar com outras mães, ao ler relatos como este, ao testar coisas que outras famílias faziam. Esse processo nos levou às três palavras que citei logo acima. Ainda podemos fazer muitos ajustes, no entanto, acredito que cada ajuste deva ser pensado para a situação na qual a família está vivendo.

Por esses motivos, não acredito que funcione eu colocar aqui uma grade horária e as atividades relativas a cada hora do dia. Acho que contribuo mais com outras famílias ao explicitar as linhas gerais.

A primeira é que escolhi não ter um horário definido para começar. Temos bebê em casa, algumas das meninas tem terror noturno e acredito que um dos ouros do homeshooling é a flexibilidade. Sendo assim, iniciamos os estudos, geralmente pela manhã, após as camas estarem arrumadas, café tomado e louça lavada. Algumas vezes elas me pedem  se podem estudar no período da tarde. Nesses dias, analiso as tarefas da casa, se iremos sair ou não e decido se é possível fazer uma troca. Muitas vezes estudamos um pouco de manhã e um pouco à tarde e elas podem ter tempo para brincar nos dois períodos.

Procuro fazer com que o local de estudo esteja organizado. Se estamos num período caótico e todos os cômodos foram visitados por algum tufão, minha estratégia é ir para o quarto delas, arrumá-lo, fechar a porta para que eu não seja tentada a começar a organização e iniciar os estudos. Dessa forma cumpro com as tarefas de homeschooling sem interrupções de ordem doméstica (limpeza, ordem, etc) e quando inicio meus deveres de dona de casa, estou com a consciência tranquila para com o estudo das crianças.

Quando estamos num momento bagunçado, mas menos caótico, procuro aproveitar os intervalos entre as tarefas para adiantar o expediente doméstico como dobrar umas roupas, estender outras que acabaram de sair da máquina, acelerar o almoço, etc. Cada vez mais elas começam a participar desse processo e isso faz toda a diferença. Incluir as crianças na rotina de afazeres da casa quase que dá pra contar como atividade de homeschooling porque são atividades de ordem prática. Ensinam a criança coisas vitais para seu amadurecimento e conquista de autonomia.

Fiz a escolha pelo flexível após acompanhar tanto mães (maravilhosas) que conseguem empregar com maestria horário e tabelas de atividades mais rígidas, quanto aquelas que escolheram levar a vida com mais leveza sem perder a seriedade que o homeschooling necessita para acontecer. Descobri que minha família necessita, ao menos por enquanto, com crianças pequenas, da possibilidade de mudarmos os planos quando necessário. E tem dado certo.

Na continuação deste tema, falarei mais sobre as crianças serem incluídas nas tarefas e sobre as outras palavrinhas mágicas da minha rotina: simplicidade e constância. Até lá!

Cibele

FAQ, Homeschooling

Homeschooling? Você vai alienar o seu filho!

Dando continuidade à reflexão iniciada no texto “Homeschooling? Você é irresponsável e vai alienar seu filho!”, gostaria de parar um pouco para refletir sobre as oportunidades de instrução encontradas no Brasil e em tudo que as envolve. No texto anterior falei, de forma breve sobre a realidade da escola pública. Tenho exemplos de situações terríveis que envolvem o ambiente escolar. E estou falando do Ensino Fundamental, crianças de 6, 7, 8 anos!

Ah! Mas podem nos questionar: e as escolas particulares? Bom, primeiro que não é todo mundo que pode arcar com os custos de uma escola particular de qualidade, segundo que são poucas, pouquíssimas as instituições que são fiéis à cultura, ao tratamento dos alunos como pessoas, que não se deixaram corromper por inúmeros vieses que pudessem deturpar sua prática.  Sei de escola particular, com fila de espera para matrícula, que se intitula cristã e que no seu material de ensino religioso apresenta a Ressurreição de Cristo como um mito. Veja bem, uma família que pratica sua religião procura na escola que se diz cristã (seja Católica ou Protestante) confiança no quesito mais importante de sua fé e é traída dessa maneira. Isso não é pouca coisa. Talvez seja se você não possui fé… porém isso é apenas uma das inúmeras coisas que vêm acontecendo dentro das caras paredes das escolas particulares. Fui testemunha ocular de professor paquerando meninas de 14, 15 anos (sim elas estavam abertas a essa possibilidade, no entanto analiso aqui a postura completamente imprópria daquele que se dizia “profissional”). Já vi dentro de escola particular livro fazendo apologia à pedofilia e quando os pais questionaram a escola receberam a resposta de que aquilo estava “na cabeça deles”. Já estive em uma escola (logo que saí da faculdade) na qual fui orientada a mentir sobre a temperatura de uma das crianças, pois não haviam encontrado o termômetro e não queriam admitir isso para os pais. Nessa mesma escola, linda, extremamente limpa havia uma sala muito bem decorada, com brinquedos maravilhosos. Como professora nova, fui perguntar sobre as regras para levar meus alunos lá. A resposta foi que nenhuma criança entrava lá. Era só “para pai ver”. Hoje é uma escola particular com Ensino Fundamental tida com boa referência.

Outra frase muito escutada por homeschoolers é que os pais não serão capazes de ensinar o que a escola ensina. Fiz uma breve reflexão sobre isso no texto “Homeschooling? Você não será capaz!”.

Dizer que os filhos de homeschoolers são alienados é outra coisa que demonstra ignorância sobre o assunto. Uma criança homeschooler está NO mundo. Aprende com o deslumbramento pela vida e tem como guias as pessoas que devem amá-la de maneira incondicional. Um homeschooler tem como amigos crianças de diferentes idades, classes sociais, em situações bem mais diversificadas que os 20 minutos de recreio e as parcas conversas paralelas em sala de aula. Não estou desmerecendo a escola no que diz respeito à socialização. Sim fiz amigos em sala de aula. No entanto, pessoalmente, não a vejo como o único, nem o melhor meio de fazer com que as crianças tenham contato com outras pessoas e criem vínculos para toda a vida.  Falo um pouco sobre socialização na publicação: “Homeschooling? E a socialização?”

Talvez a pessoa que ache o homeschooling alienante, imagine que os pais vão manter os filhos dentro de casa apenas (o dia inteiro dentro da escola pode?). Bom, para isso costumo responder que tanto para as famílias escolarizadas quanto para as homeschoolers , a real qualidade das amizades, do conhecimento de mundo, a real socialização dependerá do empenho dos pais em fornecer oportunidades aos filhos. Vinte minutos de recreio não é socialização.

Muitos acham que os homeschoolers serão alienados da vida comunitária. Sobre isso a National Home Education Research Institute ( https://www.nheri.org/research-facts-on-homeschooling/ ) realizou uma pesquisa para medir o sucesso efetivo do homeschooling em adultos que foram educados por homeschooling por mais de 7 anos. A pesquisa demonstrou, por exemplo, que:

  • esses adultos demonstram ser mais participantes em serviço comunitário do que a média geral da população;
  • esse adultos demonstram maior engajamento em eleições e exercendo direito de voto, em comparação à média da população;
  • ingressam na universidade em maior percentual do que a média geral da população;
  • na vida adulta, compartilham valores e crenças de seus pais com maior facilidade.
  • Jovens educados em casa são regularmente mais envolvidos em atividades sociais e educacionais junto a comunidade. Comumente envolvem-se em atividades e grupos tais como escoteiros, igrejas, atividades esportivas da comunidade, voluntariado etc.
  • Adultos que foram educados por homeschooling têm se demonstrado politicamente mais tolerantes em relação aos que foram educados por escolas.

Estão aí apenas alguns dados das primeiras pesquisas e já começam mostrando que o homeschooling proporciona à família como um todo uma vivência extremamente rica e de nada alienante. Conheço situações de jovens de boas escolas que não sabem estabelecer bons vínculos afetivos e sociais. Mas sabem ficar horas entocados na frente de um computador. A culpa aqui não é da escola, assim como não seria do homeschooling. A alienação dependerá da qualidade das relações e das oportunidades de convivência e amadurecimento que a família se esforçar em proporcionar a todos os seus membros.

Cibele

 

 

 

 

FAQ, Homeschooling

Homeschooling? Você é irresponsável e vai alienar seu filho!

Não é difícil encontrar famílias que são homeschoolers ou que estão decidindo por começar a prática, relatarem este tipo de acusação: que são irresponsáveis, que os filhos serão alienados, etc. Comigo já aconteceu de dizerem que eu deveria ser presa. Vejam, minhas filhas são crianças alegres, sociáveis, bem tratadas, curiosas, aprenderam a ler antes da maioria das crianças no Brasil porque demonstraram o interesse e encontraram apoio e carinho em mim e em seu pai para que isso e outros ganhos intelectuais acontecessem e, sem saber realmente do que se trata a educação domiciliar, sem me conhecer direito a pessoa disse, em uma festa de aniversário, para outras pessoas que eu deveria ser presa.

Vivemos uma época na qual todos acham que sabem de tudo. Todos são especialistas em tudo. Nesta época, é necessário saber que nossa caridade e paciência devem ser um pouco maior para fazer com que todos, inclusive nós mesmos, compreendamos que não sabemos tudo.

É importante salientar que, na maioria das vezes, as pessoas que acusam pais homeschoolers (ou aqueles que vão começar) de irresponsáveis, não o fazem por maldade. São pessoas que, como todos, cresceram e se tornaram adultos em uma sociedade que entoa o chavão de “lugar de criança é na escola”.  Realmente acreditam que isso é o melhor para toda e qualquer criança. Não conhecem a possibilidade ímpar, excelente que a educação familiar pode proporcionar a uma criança. Trocando em miúdos, quem acusa, realmente está preocupado(a) com o bem estar das crianças.

Neste panorama, acredito ser importante ter paciência e caridade. Paciência porque são muitos anos de uma crença extremamente enraizada na cabeça das pessoas. Para elas a escola é o ÚNICO lugar onde uma criança pode aprender e socializar. Caridade porque muitas vezes teremos que escolher as palavras certas, que toquem o coração e a razão da pessoa, para que ela, no mínimo compreenda que existem outros meios de ensino e que os pais tem o direito de escolha. Com um pouco de sorte, esforço e boa vontade, talvez consigamos ganhar mais um simpatizante.

Para quem acha que os pais são irresponsáveis ao pensar ou ao tirar os filhos da escola, com muito pesar eu falaria sobre a realidade do ensino brasileiro. Irresponsabilidade é achar que ao adentrar os portões da escola a criança está segura. Sei de escola de ensino fundamental, na região metropolitana de Curitiba, que recebe a “visita” da polícia com uma regularidade inquietante. Fora a questão da segurança física, eu também tentaria debater sobre a qualidade do ensino em si. O Brasil é um dos últimos colocados, há anos, nos principais rankings de avaliação educacional no mundo. Os motivos são variados: condições precárias em sala de aula, turmas lotadas, metodologias ruins ou inventadas com fins políticos e não com fim a fazer com que o aluno adquira aquele conhecimento, problemas familiares que desembocam em sala de aula, etc.

Segundo  a National Home Education Research Institute, entidade americana que vem estudando a educação domiciliar nos Estados Unidos, “Jovens educados em casa tem obtido 15 a 30% mais pontos do que jovens que estudaram na rede pública de ensino dos Estados Unidos, conforme verificado em ‘achievement  tests’. Um estudo publicado em 2015 verificou que crianças negras que receberam ensino domiciliar tiveram pontuação nas provas 23 a 42% maior do que crianças negras que estudaram em escolas públicas (Ray, 2015); o estudo mostra também que os estudantes tem demonstrado pontuação acima da média independente do grau de escolaridade ou faixa de renda dos pais, que são seus professores/tutores na educação domiciliar”.  http://www.nheri.org/research/research-facts-on-homeschooling.html

Os estudos ainda não são conclusivos, mas demonstram as grandes possibilidades dentro da prática e vão mostrando que as famílias não tem nada de irresponsáveis.

Mas você pode me dizer: “Ok… as famílias não são irresponsáveis…mas que vão alienar os filhos, ah! Isso vão! Não tem como uma criança ter contato com o “diferente”, com outras formas de pensar se ficar em casa só com os pais! Vai se tornar um intolerante!” Bom, sobre isso você pode ler mais no texto “Homeschooling? Você vai alienar seu filho!” e deixo aqui a sincera intenção de fazer com que consigamos, pela força de argumentos baseados em fatos, trazer novas luzes para o entendimento daqueles que conosco convivem.

O que você acha sobre isso? Vamos conversar?

Cibele