Família, Maternidade, Psicologia

SOBRE A ALEGRIA E O BRINCAR

O homem é ludens, tende à brincadeira, ao prazer e ao riso. A criança, se prestarmos bem atenção, maravilha-se com quase tudo, brincar é o seu negócio, e criar e imaginar, seus domínios.

Para não ir na contramão desta especificidade infantil, é justo que os pais promovam situações em que as crianças se “esbaldem”utilizando a fantasia, a criação de gestos, de movimentos e “faz de conta”, pois estas ações supõem diversão e desenvolvimento de atributos da aprendizagem.

Que a própria criança protagonize seus jogos dependerá em grande parte a sua desenvoltura para administrar questões vitais mais tarde, vindo a ser um adulto mais realista.

A alegria é tão inerente à pessoa, que se a perdermos, é porque a deixamos escapar, mas as crianças nascem com este selo incólume. Todo adulto, em respeito às crianças, deveria não ter mau-humor, não se desesperar, não demonstrar tristeza estéril e não odiar, porque a educação sem o pano de fundo da alegria, não tem a mesma eficácia.

Quando os adultos brincam juntos então, é a festa por excelência. O que não dá para admitir na educação, é uma conduta desvitalizada, pálida e uma seriedade excessivamente formal.

Que aprendamos com a infância a rir, inclusive, das nossas próprias fragilidades e das contrariedades da vida, contanto que sejamos mais suaves e encaremos as situações com esportividade, porque as crianças estão sempre nos olhando, vocês percebem isso?

DICAS DE BRINCADEIRAS DIFERENTES E MAIS EXPLOSIVAS PARA PAIS E FILHOS

  • Rolar na grama;
  • Brincar de brincadeiras antigas (de quais você lembra? Esconde-esconde, mãe-pega, gato-mia, lenço-atrás)
  • Dar gargalhadas provocadas;
  • Montar uma barraca no meio da sala;
  • Colocar roupas engraçadas;
  • Torta na cara;
  • Registrar as marcas dos pés/mãos em um quadro para enfeitar a sala;
  • Mímicas corporais para adivinhar;
  • Cantar com gestos;
  • Dançar diferente, inventado;
  • Gincanas competitivas;
  • Histórias malucas;
  • Estourar sacos de papel ou balões.

 

Lélia Cristina de Melo – Psicóloga clínica e orientadora familiar / CRP: 08/02909

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