Família, Maternidade

Construção da Autoestima – parte 2 dicas

Como afirmei no post Construção da Autoestima – parte 1, sim, minha filhota é teimosinha… uma fofa deliciosamente recheada de um temperamento forte. Também sei que personalidades fortes tendem a conquistar grandes coisas. No entanto, não quero ap

enas que ela conquiste o que quiser, mas sim que tenha a capacidade de escolher bem. Sua teimosia deve ser canalizada para coisas boas, que valham a pena. Para isso devo destacar suas qualidades e gentilmente oferecer-lhe os meios para domar as tendências mais…mmm, chucras, por assim dizer.

Para que essa adequada condução da educação a

conteça, várias coisas são necessárias. Porém uma não pode faltar: tempo com os filhos. Tempo para conhecer quem são, do que gostam, do que desgostam. Tempo para identificar suas boas e más inclinações, suas características. Tempo para refletir que as características dos filhos não são, necessariamente, boas ou ruins, mas sim constitutivas, formadoras de quem eles são como pessoas. Pessoas que merecem ser aceitas com essas características e com reais chances de serem amadas a tal ponto de terem a certeza de que nunca estarão só na jornada da melhora pessoal. Que sempre poderão contar com o apoio carinhoso e firme dos seus pais.

Construir a auto estima dos filhos é algo que pode ser determinante para o sucesso deles. Na primeira infância o mundo todo é uma novidade e isso inclui o ser da criança. Seu corpo, seu jeito de andar, de falar, de fazer as coisas é algo que não possui uma avaliação sua. Ela depende daquilo que os outros dizem. Ela acredita no que os outros dizem e acredita ainda mais e mais profundamente naquilo que seus pais e pessoas importantes dizem.

Sendo assim, aqui vão algumas dicas para ajudar na construção de uma boa auto-imagem nos filhos:

* Tenha tempo para conhecê-los:

  • passeie com certa freqüência (pracinha, andar de bicicleta no parque, visita ao zoológico, etc);
  • brinque com eles e/ou observe suas brincadeiras com pouca intervenção;
  • converse (na medida do possível, dependendo da idade);
  • tenha pelo menos uma refeição diária juntos;
  • durante as aulas observe o que frustra seu filho e o que o empolga. Como é essa empolgação e essa frustração?
  • tenha INTENÇÃO EDUCATIVA, sem perder a espontaneidade e alegria. Leia um pouco sobre a intenção ao educar crianças pequenas NESTE artigo. Ainda sobre a intenção dos pais, você poderá ler ESTE artigo.

* Elogie!

  • elogie suas iniciativas, mesmo as que não deram certo;
  • elogie sua força de vontade;
  • elogie na frente de outras pessoas;
  • não faça comparações.

Pense a maravilha do seu filho ainda estar na primeira infância! Ações preventivas de muito amor e carinho, para um futuro adulto ajustado, confiante e livre! Se quer saber um pouco mais sobre a primeira infância e sua importância, leia o artigo “INFÂNCIA: IDADE DE OURO”.

Mãos à obra!

Um abraço!

Cibele Scandelari

 

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